São Paulo, 16 de Abril de 2017

Rapiddo é condenada pela Justiça do Trabalho


Na Ata de Audiência a magistrada diz que a
Rapiddo “reconheceu a prestação do serviço”,
e coube a empresa provar que foi de forma
autônoma, sem vínculo empregatício,
mas ela não provou seus argumentos.
A juíza concluiu que havia sim fi scalização
dos serviços prestados bem como punição
pela Rapiddo, caracterizando assim subordinação
entre motociclista e empresa, que o
motociclista fi cava a disposição da Rapiddo,
confi gurando habitualidade na prestação de
serviços, que pelo fato da Rapiddo ter como
ramo a entrega de produtos, ela deve possuir
em seu quadro trabalhadores contratados para
essa fi nalidade, seu objeto fi m e que, por fi m,
a fraude da Rapiddo fi ca explícita quando sua
testemunha disse que ointento da empresa é
somente lucro, sem se expor a qualquer risco
em relação ao negócio.

fonte: assessoria imprensa

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