São Paulo, 16 de Abril de 2017

SindimotoSP participa de reunião com presença do Ministro da Defesa


Intenção do governo federal é ampliar discussão em relação as reformas que o Brasil precisa, principalmente as trabalhistas.

O ministro Raul Jungmann, do Ministério da Defesa, esteve na sede da UGT para uma reunião com diversos sindicalistas, entre eles, Gilberto Almeida dos Santos, o Gil, presidente do SindimotoSP.
Jungmann foi recebido por Ricardo Patah, presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), que sediou o evento. Na ocasião, Patah ressaltou o crescimento da entidade, hoje ocupando o segundo lugar entre as centrais sindicais brasileiras. O fato se deve justamente por conta da instituição ter a capacidade de dialogar com o governo, seja ele A ou B, contribuindo com ideias e propostas para o crescimento e justiça social no Brasil.
Gil, do SindimotoSP, também tem mantido relações estreitas com os governos, sejam eles quais forem, pois o desejo do sindicalista é a melhora da qualidade de vida do motociclista profissional em todo Estado paulista, mas também no País, tanto que, recentemente, Gil esteve em Brasília, no Ministério do Trabalho, defendendo o direito da periculosidade para todos os motociclistas que exercem atividade profissional com motocicleta.
No encontro com representantes do governo federal e empresários que fazem parte de um grupo triparte para assuntos referentes ao novo texto que mudará como a periculosidade é para hoje, Gil se posicionou contra porque "limitar" o pagamento é errado. A Lei Federal 12997 não diz que apenas motoboy deve receber, mas sim, quem executa seu trabalho ou atividade com moto. Essa lei é clara e diz não existir tempo de exposição, eventualidade e proporcionalidade, além de não citar que só motoboy é que receberá os 30% sobre o salário descrito na carteira profissional.
Na reunião de grupo de trabalho federal, o SindimotoSP recebeu pauta com propostas dos empregadores em relação a alterações na Lei Federal 12997, que disciplina o pagamento da periculosidade, e discutirá as propostas com as centrais sindicais UGT, CSB, Força Sindical e NCST.


fonte: assessoria imprensa

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