São Paulo, 15 de Abril de 2017

Contra as reformas da previdência e trabalhista SindimotoSP reúne 5 mil motociclistas profissionais em manifestação que terminou na frente da UGT


Com palavras de ordem, todas as centrais sindicais
e bases se mobilizaram no Brasil, impulsionando
grande paralisação das atividades em manifestações
de protesto contras as prejudiciais reformas do governo
brasileiro que atinge o trabalhador brasileiro.
Os principais setores econômicos do país, como motofretistas,
bancários, transportes urbanos, fábricas,
comércio, construção civil, prestadores de serviços,
escolas, órgãos públicos, bancos, portos e outros,
cruzaram os braços. A paralisação também contou
com o apoio de movimentos sociais, de entidades
da sociedade civil como a CNBB, a OAB, o Ministério
Público do Trabalho, associações de magistrados e
advogados trabalhistas, integrantes do movimento
sindical internacional, e ainda, com a simpatia popular.
No caso do motofrete, o SindimotoSP com apoio
irrestrito da UGT participou da greve geral e levou
quase 5 mil motociclistas insatisfeitos para às ruas
no pico do ato, além de outros sindicatos do setor
de duas rodas de várias cidades. A concentra-
ção dos motociclistas começou na sede do SindimotoSP
para, em seguida, a manifestação passar
pelas principais vias de SP terminando na frente da
sede da UGT.
O ato serviu para dizer não as reformas trabalhistas
e previdenciárias que o governo federal quer
empurrar “goela abaixo” para todos os trabalhadores
brasileiros. As Centrais Sindicais realizaram em conjunto
o grande ato no dia 28/5/2017 (sexta-feira)
em todo Brasil. O SindimotoSP entende que as mudanças
prejudicam o trabalhador motociclista e pretende
participar de mais atos como esses.
Também participaram do ato, presidentes e representantes
de sindicatos de diversas categorias, como
Padeiros, Siemaco, SINCAB, Sinthoresp, Comerciá-
rios de São Paulo e Franco da Rocha, Fecomerciários,
Coletores, entre outros

fonte: Imprensa Jornal a Voz do Motoboy

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