São Paulo, 15 de Abril de 2017

Motociclistas profissionais dos APPs continuam reivindicando direitos


Os motociclistas profissionais que atuam no setor
de motofrete por aplicativos continuam reivindicando
seus direitos e através do Ministério Público
do Trabalho e Ministério do Trabalho e Emprego
tentam reverter a precarização das relações trabalhistas
que as empresas de aplicativo tem imposto
no setor de duas rodas. O SindimotoSP continua
intermediando a situação junto aos órgãos públicos
e buscando os direitos dos trabalhadores que são:
criação de um instrumento jurídico para regularizar
preço fixo por serviço, local de parada, km rodado e
tempo de espera; benefícios como café da manha,
almoço, no caso do Delivery, a noite janta; cesta
fa com risco. Ela é portadora de todo o perfil
ideal para execução dessa tarefa. Basta vermos
os dados estatísticos de acidentes de trânsito
que vamos concluir que a mulher é dotada de
características próprias para enfrentar a direção
veicular e o trânsito. É ela que mais respeita a
sinalização, raramente comete ato inseguro e se
sai muito bem diante de condição insegura. Já o
homem, de raciocínio rápido e com boa orientação
espacial é capaz de exageros com relação
à agilidade, o respeito à sinalização, torna-se
mais competitivo, detém uma direção ofensiva
e chega ao acidente de média e grande proporção
com muito mais facilidade. A mulher, pelo
que apresentamos é realmente mais lenta com
relação à orientação espacial, mas isso não desvaloriza
a seguridade que ela porta e por isso a
caracterizo como uma excelente operadora de
máquina sobre rodas.
Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior
Diretor de Comunicação da ABRAMET
básica; aluguel de moto etc; fim do leilão de preços
entre as empresas de aplicativos; participação nos
lucros das empresas; espaço adequado para espera
com água mineral, espaço para descanso, banheiro
e local de refeição; limite de profissionais no
quadro de prestadores de serviço; valor repassado
ao motociclista profissional conforme tabela; desobrigação
do uso de baú e jaqueta com identificação
das empresas que colocam em risco a segurança
do profissional; fim da pressão para entregas mais
rápidas; identificação do produto a ser entregue
para fim de roubo, perda ou danos e obrigação da
empresa em custeá-los.

fonte: assessoria imprensa

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