São Paulo, 15 de Abril de 2017

Prefeito João Dória recebe pauta com reivindicações do SindimotoSP para o setor de motofrete na capital


Criar políticas públicas para o motofrete na cidade
de São Paulo foi um dos principais temas discutidos
pelo SindimotoSP no encontro que reuniu, além do
prefeito João Dória, Ricardo Patah, Gilberto Almeida
dos Santos (Gil) e Rodrigo Silva (respectivamente -
presidente e diretor Institucional do SindimotoSP),
também os sindicalistas Chiquinho (presidente do
Sindicato dos Padeiros), Luciano, Pavão, Moacir,
Canindé Pegado (secretário Geral da UGT), Marcos
Afonso, além do secretário de Governo Julio Semeghini.
Na intenção de produzir um novo tempo para o
setor de motofrete, totalmente abandonado pela
gestão do ex-prefeito Fernando Haddad, os representantes
dos motoboys reivindicaram um olhar
diferenciado para os profissionais da categoria que
tem sofrido com impostos, falta de fiscalização nas
empresas clandestinas, concorrência desleal das
empresas de aplicativo no motofrete, falta de estacionamento
para motos com placa vermelha, entre
outros problemas. Volta da velocidade nas marginais,
bem como o fim da indústria das multas, também
foram citadas.
Gil destacou a importância dos motociclistas profissionais
para a economia do Brasil, principalmente para São Paulo capital, que tem a maior concentração de trabalhadores motociclistas do mundo, cerca de 200 mil profissionais.
João Dória recebeu ofício com as demandas e reivindicações do SindimotoSP para aumentar a segurança, promover a educação no trânsito, contribuindo para a diminuição dos acidentes envolvendo motofretistas e motociclistas. O próprio prefeito, inclusive,
reforçou a ideia de campanhas educativas no
trânsito específicas para motociclistas para redução
de acidentes, entre outras ações para quem anda de
moto na cidade.

As demandas apresentadas foram:
1. Retorno de faixas de segurança para motociclistas.
2. Regulamentação de corredores virtuais nas vias públicas.
3. Criação de vagas de estacionamento para motocicletas em centros comerciais.
4. Estabelecer calendário de campanhas de educação, orientação e prevenção de acidentes.
5. Regulamentação de empresas de aplicativo de motofrete.
6. Fiscalização de empresas clandestinas de motofrete.
7. Aumento de número de faixas de retenção em semáforos bike Box.
8. Estabelecer programas de segurança para mobilidade dos motociclistas.
9. Qualificação de motociclistas profissionais.
10. Retomada do Instituto Motofrete para qualificação do setor de motofrete e geração de empregos.
11. Volta do atendimento exclusivo para motofretistas no DTP.
12. Autorização para o SindimotoSP voltar a montar os processos de emissão de Condumoto e
Licença Motofrete (placa vermelha)

fonte: assessoria de imprensa

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